É um jeito diferente, mais respeitoso e mais humanizado, de relacionar-nos com o ambiente e com a natureza. É uma forma de combater o uso e o consumo desenfreados, um convite a evitar o desperdício, a geração excessiva de resíduos e o descarte incorreto dos mesmos. E convenhamos, esta lógica do uso e do descarte se aplica não só a objetos, mas também às pessoas e às relações, que se tornam fluidas e descartáveis, levando a um ciclo de constante renovação e substituição. Assim, a vida de consumo e descarte se torna uma vida superficial e vazia, de aprendizados rápidos, mas também de esquecimentos velozes, gerando sofrimento e prejuízo para as pessoas, para a sociedade e para o planeta.